A intensa maratona de jogos do Cruzeiro no segundo semestre tem preocupado a comissão técnica, que teme pela condição física dos jogadores. Através de substituições planejadas, o técnico Marcelo Oliveira busca dar um descanso maior a alguns jogadores, sobretudo aos principais articuladores ofensivos do time: Willian e Everton Ribeiro.
Em uma menor proporção, Ricardo Goulart também tem visto seu número subir na placa do quarto árbitro com certa frequência. No returno, o camisa 31 saiu de campo em três oportunidades.
Segundo Marcelo Oliveira, o motivo das substituições deste trio tem ligação direta com o desgaste físico. O treinador lembra que os atletas celestes também acumulam funções defensivas no combate aos adversários.
“Um time como o nosso, que joga com uma linha de quatro no ataque, além de laterais que apoiam muito, acaba desgastando muito os homens de frente. Eles têm a função de marcação e recomposição, mas também precisam criar e chegar ao ataque. Esses jogadores se desgastam mais que os outros”, destaca o treinador.
Mas nenhum dos três é o campeão de substituições da equipe. No returno, nenhum jogador do Cruzeiro foi mais substituído do que Borges, que deixou o gramado no decorrer de cinco partidas, sendo três delas para dar lugar a Júlio Baptista.
O camisa nove da Raposa viveu uma fase complicada, quando ficou cinco jogos sem marcar gols. Mesmo tendo anotado dois diante da Portuguesa, na última quarta-feira, Borges ainda tem oscilado muito dentro de campo. Nesse domingo, diante do Náutico, o centroavante voltou a ser sacado do time, desta vez para dar lugar a Dagoberto.
Confira o número de substituições dos jogadores no returno do Brasileirão:
Cinco substituições: Borges
Quatro substituições: Willian e Everton Ribeiro
Três substituições: Ricardo Goulart
Duas substituições: ninguém
Uma substituição: Egídio, Dagoberto, Nilton, Ceará e Alisson
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