Foi a negociação com os jogadores oferecidos que impediu a ida de Luan para o Inter. Para ceder seu atacante, Gilson Kleina solicitou Josimar, Bolatti, Dátolo e Rafael Moura. O Colorado não liberou Dátolo, o empresário de Rafael Moura vetou a negociação – também agencia o meia Lincoln, com quem o Verdão tem dívidas – e Josimar pediu 150% de aumento em relação ao salário que recebe, algo que o presidente Paulo Nobre descartou.
Se Charles, Marcelo Oliveira e quem mais o Palmeiras quiser fizerem pedidas salariais dentro dos padrões estabelecidos por Nobre, Luan pode, enfim, deixar o Palmeiras. A indefinição foi a primeira encontrada pelo diretor executivo José Carlos Brunoro, que assumiu seu cargo na semana passada, e já tem irritado o dirigente.
Luan chegou ao clube em 2010 e sempre foi contestado por torcedores. Mesmo assim, no ano seguinte Arnaldo Tirone atendeu o pedido de Luiz Felipe Scolari e pagou cerca de R$ 7 milhões ao Toulouse, da França, para tê-lo em definitivo. No último dia 20, porém, o jogador foi insultado no primeiro jogo do ano e pediu para sair, mesmo tendo apoio de Kleina e de alguns torcedores.
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