2 de fevereiro de 2013

Cruzeiro estuda forma de ressarcir sócios excluídos do jogo de reabertura do Mineirão.


O diretor de marketing celeste, Marcone Barbosa, confirmou que o clube definirá uma forma de compensar os torcedores do Cruzeiro, que perderam o direito de ir ao jogo de reabertura do Mineirão. A falha ocorreu por causa de falhas da Minas Arena e da Outplan, empresa terceirizada responsável pela venda de ingressos, que não reservaram as entradas destinadas aos Sócios do Futebol.

Barbosa lamentou pela frustração daqueles que desejavam fazer parte do jogo histórico entre Cruzeiro e Atlético, que vai acontecer neste domingo, inaugurando o novo Mineirão. O dirigente frisou que, embora não possa reparar a decepção dos 600 torcedores, o clube irá definir a melhor maneira de cobrir o prejuízo material que tiveram.

“Entendemos que o Cruzeiro não vai conseguir de nenhuma forma reparar esses torcedores que tinham o sonho de participar da reinauguração do Mineirão. Essa questão emocional é irreparável. Vamos estudar o que pode ser oferecido para reparar materialmente, de forma justa, para sanar esse dano material que nossos sócios tiveram”, disse à Rádio Itatiaia.

Uma reunião com o consórcio Minas Arena e a Outplan já está marcado, segundo Barbosa, a fim de buscar corrigir todos os inúmeros erros que ocorreram neste primeiro jogo no Gigante da Pampulha. Barbosa não descarta trocar os prestadores de serviço de bilhetagem.

“Teremos uma reunião com o Minas Arena e a Outplan para delinear todos os problemas que tivemos, não só de bilhetagem, para avaliar o que pode melhorar. Vamos exigir o dano material, mas queremos mais que isso, queremos um serviço bem prestados. Vamos estudar alternativas para os próximos jogos. Outras empresas que já trabalharam com o Cruzeiro estão entrando em contato”, revelou.

O dirigente fez questão de ratificar que, embora seja o mandante do jogo de domingo, o Cruzeiro não esteve à frente do processo de venda de ingressos, por exigência da Secopa e do Governo de Minas Gerais. Segundo ele, outras prerrogativas foram tiradas do clube celeste para este jogo.

“Este jogo foi tirado das mãos do Cruzeiro pela Secopa e o Governo do Estado. A Minas Arena acatou todas as exigências em relação às ações do jogo. O Cruzeiro tinha planejado várias ações e o governo exigiu que adiássemos, por ser um jogo especial. Não vamos fazer absolutamente nada, não vamos usar o telão do estádio, sistema de som”, aproveitou.

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