O presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, mostrou-se pessimista quanto à regularização a tempo do meia Diego Souza, para que o jogador possa entrar em campo contra o Atlético-MG, domingo, no Mineirão. Segundo o dirigente celeste, entraves financeiros com o Al-Ittihad, último clube do atleta, emperram a liberação. O caso já foi comunicado à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que vai acionar a Fifa.
“Eu acho que está difícil, porque o clube do Diego Souza está brigado com o Vasco. Não pagou o atleta, o atleta reivindicou o direito liberação junto a FIFA, que concedeu. E o clube árabe está querendo receber os valores que pagou ao Vasco pelos direitos econômicos do atleta”, explicou o dirigente do clube aoSBT/Alterosa.
O dirigente entende que não é necessário alguma recompensação financeira ao time árabe, pelo qual Diego Souza atuou no segundo semestre do ano passado. Isso porque, segundo ele, a liberação ocorreu motivada pelo fato de o jogador brasileiro não estar recebendo salários. “A situação complicou, e o clube não liberou. Já comunicamos o fato alguns dias à CBF, que comunicou à Fifa”, disse Gilvan de Pinho.
Diego Souza fez acordo de três temporadas com o Cruzeiro, mas não teve o contrato regularizado porque o Al-Ittihad não liberou a documentação necessária. Segundo o clube celeste, os árabes pedem uma compensação pela transação.
Assim, se Diego Souza não tiver o nome publicado no Boletim Informativo Diário (BID) até esta sexta-feira, não poderá atuar no clássico de domingo contra o Atlético-MG, no Mineirão, pelo Campeonato Mineiro. Seu substituto seria Ricardo Goulart. Mas o atleta também não teve o contrato registrado, por haver pendências com o Goiás, seu último clube.
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